Suspeitos de matar professor da UFAM receberam apenas R$ 50 pelo crime, diz polícia
Redação Amazonas em Notícias 4 de março de 2026 0 COMMENTS
A Polícia Civil do Amazonas informou que suspeitos de envolvimento na morte do professor Davi Said Aidar, de 62 anos, da Universidade Federal do Amazonas, teriam recebido cerca de R$ 50 para participar da ação criminosa. A informação faz parte das investigações conduzidas pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros.
A prisão de Antônio Carlos Pinheiro e Emerson Servalho de Souza, suspeitos de envolvimento no assassinato de um professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), revelou que parte dos envolvidos teria recebido apenas R$ 50 para participar da execução, enquanto outros teriam sido beneficiados com a quitação de dívidas relacionadas ao tráfico de drogas. A vítima foi identificada como Davi Said Aidar, 62, docente e pesquisador com atuação em comunidades rurais do estado.
De acordo com a polícia, um dos suspeitos foi preso na quarta-feira (4) durante o andamento das investigações. Ele é apontado como um dos envolvidos no ataque que resultou na morte do docente.
O crime ocorreu no dia 6 de fevereiro, em um estabelecimento pertencente ao professor, localizado no ramal Água Branca, na rodovia AM-010, km 35, em Manaus. Conforme o registro policial, dois homens encapuzados chegaram ao local e efetuaram disparos contra a vítima.
Ainda segundo os investigadores, além do valor em dinheiro, outros participantes do crime teriam sido beneficiados com o perdão de dívidas relacionadas ao tráfico de drogas.
Durante os procedimentos realizados após o homicídio, policiais também encontraram uma pistola dentro do veículo do professor, além de carregadores e munições. O material foi apreendido e encaminhado para análise pericial.
Conforme a Polícia Militar, a esposa da vítima contou que o crime foi cometido por dois homens encapuzados, que não foram identificados.
O caso foi registrado às 23h02 na Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS). Até o momento, os suspeitos do crime não foram identificados, e as investigações seguem em andamento.
Ainda conforme a polícia, o professor tinha porte de arma para CAC (Caçador, Atirador e Colecionador) e uma pistola foi encontrada no carro dele, com carregadores e munições. O armamento foi apreendido e entregue à polícia.
A Polícia Civil continua com as diligências para identificar outros envolvidos e esclarecer as circunstâncias que levaram ao crime.
As investigações continuam para esclarecer o envolvimento de todos os participantes e as circunstâncias do crime.
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Laryssa Gomes Tavares Repórter policial e diretora executiva do portal Amazonas em Notícias







