Vulgo ‘Pipoca’ suspeito de envolvimento na morte de delegado da PC-AM Aldeney Góes é preso no Pará
Redação Amazonas em Notícias 4 de abril de 2023 0 COMMENTS
O homem identificado como Vinícius da Costa Calandrine, o vulgo “Pipoca”, foi preso nesta terça-feira (4), por ser suspeito de envolvimento no latrocínio do delegado da Polícia Civil do Amazonas, Aldeney Goes Alves, em outubro do ano passado.
De acordo com as informações, a prisão aconteceu no Distrito de Mosqueiro, em Belém do Pará e Pipoca é apontado como o quarto e último envolvido no caso.
Segundo o delegado Luiz Xavier Navarro, diretor da Divisão de Homicídio (DH) da Polícia Civil do Pará, as investigações mostraram que Vinicius já atuava praticando roubos com o mesmo grupo. No dia do crime, ele teria sido acionado pelos executores – “Jereba” e “Louco” – para levar até o local do crime a motocicleta que seria usada na fuga.
Ele deixou a moto, já posicionada, virada para a rua com a chave na ignição e fugiu em um carro. Com as investigações sobre o crime, Pipoca tentou se esconder.
A vítima, que estava de férias na capital paraense, foi morta por criminosos dentro de uma farmácia enquanto comprava medicamentos. Equipes da Polícia Civil do Pará iniciaram as investigações e as buscas pelos criminosos envolvidos. No dia 30 de outubro, policiais prenderam o primeiro suspeito: Deyvide José Santos foi preso na cidade de Araguaína, no Estado do Tocantins.
Após a prisão, o indiciado foi transferido à capital paraense por aeronave do Grupamento Aéreo de Segurança Pública do Pará (Graesp). Deyvide está à disposição da Justiça. Outra indiciada é Caroline Moraes Negrão, também envolvida na condição de partícipe, ela foi presa em 16 de fevereiro de 2023, na cidade de Tubarão em Santa Catarina.
As prisões
Dois dias após o crime, a PC-PA conseguiu a prisão do primeiro envolvido no latrocínio, Deyvide José Santos, conhecido como “Jereba”, preso em Araguaína (TO). O segundo preso foi Mikael Gustavo de Moraes, vulgo “Louco”, na cidade de Barra do Corda (MA), sendo estes dois os responsáveis pelos disparos.
Durante a prisão de “Louco”, o casal Celio Barbosa Carvalho, vulgo “Espoca”, e Kelri Neves Machado foram presos também suspeitos de estarem abrigando e auxiliando na fuga de Mikael.
A terceira envolvida no latrocínio do delegado Aldeney foi presa na condição de partícipe, em fevereiro deste ano, na cidade de Tubarão (SC). Segundo as investigações, ela coordenava ações criminosas na grande Belém, dando abrigo e fornecendo armas e demais materiais para a execução dos delitos, o que inclui a morte do delegado.
Laryssa Gomes Tavares Repórter policial e diretora executiva do portal Amazonas em Notícias







